Por Gerson Sidney
Pedalar é uma prática que ganha cada vez mais notoriedade nas ruas da Zona Sul de Natal. Isso porque, na capital, apenas a Via Costeira, na Zona Sul, e a Avenida Itapetinga, Zona Norte, possuem ciclovias com extensões de 15 km . Nas demais Avenidas como a Ayrton Sena, Café Filho e a orla de Ponta Negra existem apenas ciclofaixas que não possibilitam a segurança esperada.
O perigo é constante já que o esporte é feito no mesmo espaço em que circulam os veículos. Para a estudante, Denize Farias de Morais (17), a prática é recheada de emoções. "O perigo é grande. Os carros passam bem perto, mas para quem gosta tudo é levado na esportiva", disse.
Além dos riscos de atropelamento e queda, o ciclismo quando mal praticado também pode gerar problemas físicos como fadiga muscular, tendinite e distensões. No entanto, Gildemar dos Santos Neto (49), Corretor, pedala há cinco anos e diz que sua vida melhorou depois do ciclismo. "Sentia muitas dores no corpo. Hoje pedalo três vezes por semana e me sinto muito bem, além de saber que não estou poluindo o meio ambiente", destaca.
Como toda prática esportiva, são grandes os benefícios ao organismo e ao coração, pois o esporte combate o estresse, a depressão e facilita a circulação sanguínea, como também diminui a ansiedade, angustia e melhora o desempenho até mesmo nas relações sexuais.
Por isso, o correto é procurar um médico e se informar sobre as melhores condições para a prática do ciclismo e sua contribuição com o meio ambiente pois não polui o ar. Depois, é só montar na bike e sair pedalando.
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